Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas

Concurso Especial de Acesso e Ingresso para Estudantes Internacionais

O Estatuto do Estudante Internacional (EEI) estabelece o regime de acesso e ingresso dos estudantes estrangeiros fora da União Europeia (titulares de um diploma de conclusão do ensino secundário ou equivalente no seu país de origem) no Ensino Superior português, em cursos de 1.º ciclo e mestrado integrado, através do Concurso Especial de Acesso e Ingresso para Estudantes Internacionais.

Os estudantes que ingressem no ensino superior ao abrigo do EEI mantêm a qualidade de estudante internacional até ao final do ciclo de estudos em que se inscreverem inicialmente ou para que transitem. Excetuam-se deste disposto os estudantes internacionais que adquiram a nacionalidade de um Estado membro da União Europeia, sendo que a cessação da aplicação do estatuto de estudante internacional em consequência da aquisição da nacionalidade de um Estado membro da União Europeia produz efeitos no ano letivo subsequente à data da aquisição da nacionalidade.

Legislação

Elegibilidade

  1. Não ter nacionalidade portuguesa;
  2. Não ter nacionalidade de Estado-Membro da União Europeia;
  3. Não estar inscrito em concurso especial da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) de Portugal;
  4. Não ter nacionalidade de Estado-Membro da União Europeia e residir legalmente em Portugal há menos de dois anos, ininterruptamente, à data de 1 de janeiro do ano em que pretende submeter a candidatura.
  5. Os candidatos que tenham duas, ou mais, nacionalidades estrangeiras, em que uma delas corresponda a um Estado-Membro da União Europeia (exceto Portugal), apenas pode candidatar-se se não residir em permanência nesse Estado-Membro da União Europeia.

Requisitos

  • Ser titular de uma qualificação que, no país em que foi obtida, lhe confira o direito de candidatura e ingresso no ensino superior desse país (a validação desta titularidade deve ser feita pela entidade competente do país onde a qualificação foi obtida).
  • Ser titular de um diploma do ensino secundário português ou de habilitação legalmente equivalente.

A equivalência entre sistemas de ensino é efetuada com base nas tabelas publicadas pelas Portarias 224/2006, de 8 de março e 699/2006, de 12 de julho.

Para informação adicional sobre a equivalência de cursos secundários não portugueses, recomendamos a consulta da página da Direção-Geral do Ensino Superior.

Condições de ingresso

  • Ter qualificação académica nas áreas do saber requeridas para o ciclo de estudos a que se candidatam, de acordo com o definido no artigo 4.º do Regulamento de Ingresso e Acesso para Estudantes Internacionais da Universidade de Lisboa;
  • Ter um nível suficiente de conhecimento da língua portuguesa.
  • Quando o candidato é proveniente de um sistema de ensino estrangeiro, a demonstração dos conhecimentos nas áreas do saber exigidas no n.º 1 pode ser satisfeita através da aplicação do artigo 20.º A do Decreto-Lei n.º 296-A/98, de 25 de setembro, regulamentado pela Deliberação nº 974/2015, de 29 de maio.
  • Quando não forem aplicáveis as condições acima, o candidato deve apresentar documentação que comprove a obtenção de aprovação nas componentes curriculares que integram os conhecimentos abrangidos pelas provas de ingresso.
  • As provas de ingresso usadas deverão ser realizadas no ano civil da candidatura ou nos três anos civis anteriores ao da candidatura.

Nota: São aceites as candidaturas de estudantes brasileiros que tenham diploma do Ensino Médio e que fizeram as provas do ENEM no ano da candidatura ou nos três anos anteriores, na área de Ciências da Natureza e suas tecnologias (abrange os conteúdos de Química, Física e Biologia).

Conhecimento da língua portuguesa

  1. A frequência de qualquer um dos ciclos de estudo de licenciatura e de mestrado integrado exige um domínio independente da língua portuguesa (nível B2, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas).
  2. Os candidatos que possuam apenas o nível intermédio de domínio da língua portuguesa (nível B1, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas) podem candidatar-se desde que se comprometam a frequentar um curso anual de língua e cultura portuguesa.
  3. Os candidatos que tenham frequentado o ensino secundário em língua portuguesa não têm de apresentar qualquer documento comprovativo do conhecimento dessa língua.
  4. Os candidatos que não tenham frequentado o ensino secundário em língua portuguesa devem:

Apresentar um Diploma DEPLE (Diploma Elementar de Português Língua Estrangeira) ou um Certificado B1 emitido por uma Escola da ULisboa ou submeter -se a uma prova de língua e cultura portuguesa promovida pela ULisboa, sujeita a tabela de emolumentos e preços da ULisboa, e que terá lugar em calendário publicitado anualmente.

Os candidatos que não tenham frequentado o ensino secundário em língua portuguesa e que não façam prova de ter um DIPLE (Diploma Intermédio de Português Língua Estrangeira, nível B2) ou um certificado B2 emitido por uma Escola da ULisboa, comprometem-se a frequentar um curso anual de língua e cultura portuguesa. A frequência desse curso pode ser simultânea à frequência do 1.º ano do ciclo de estudos em que o estudante se inscreveu. No final do ano, o estudante deverá demonstrar que atingiu o nível B2. Enquanto não for atingido o nível B2, o aluno é obrigado a reinscrever -se no curso de língua e cultura portuguesa até que atinja o referido nível de domínio da língua portuguesa.

Documentos

  1. Fotocópia do Bilhete de Identidade ou Passaporte;
  2. Foto tipo passe;
  3. Declaração, sob compromisso de honra, que não possui a nacionalidade portuguesa;
  4. Documento que comprove que concluiu o ensino secundário português ou equivalente. Se a qualificação não corresponder ao ensino secundário português, deve entregar documento comprovativo de que a qualificação faculta o acesso ao ensino superior. O documento deve estar validado pela entidade competente do país;
  5. Documento que comprove a classificação final no ensino secundário português ou equivalente, indicando a escala de classificação;
  6. Documento com a qualificação académica de acordo com o definido no artigo 4.º do Regulamento de Ingresso e Acesso para Estudantes Internacionais da Universidade de Lisboa;
  7. Declaração do nível de língua portuguesa.
Os documentos acima referidos em c) e d) devem ser visados pelo serviço consular ou apresentados com a aposição da Apostila de Haia pela autoridade competente do Estado de onde é originário o documento.

Vagas

Ano académico 2019/2020: 10 vagas para o Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas

Candidatura

Primeira fase

Período de candidatura: de 1 de fevereiro a 22 de março de 2019

Divulgação dos resultados: 10 de abril de 2019

 Segunda fase

Período de candidatura: de 14 de maio a 28 de junho de 2019

Divulgação dos resultados: 19 julho de 2019

O que fazer:

  1. Ler o Edital 2019/2020
  2. Criar uma conta de utilizador no Portal FenixEdu:
    1. Após criação das credenciais de acesso deverá aceder à Plataforma Fénix;
    2. Depois de aceder à Plataforma Fénix, no separador Candidato, escolha o Tipo de CandidaturaMestrado Integrado - Estudante Internacional e preencha os campos solicitados;
  3. A candidatura fica completa quando clicar no botão Submeter.

Critérios de seriação

A ordenação dos candidatos é feita por ordem decrescente da classificação pessoal.

A classificação final corresponde à soma das seguintes parcelas:

  • 50% da classificação obtida no ensino secundário;
  • 50% das classificações exigidas nas provas específicas ou nas provas homólogas realizadas no país de origem

 

Matrícula e inscrição

A matrícula e inscrição são feitas nos prazos estabelecidos no calendário escolar da FFULisboa.

Propinas e emolumentos

Taxa de candidatura: 60,00 €

Taxa de matrícula: 25,00 €

Propina: 7.000,00 € /ano

As taxas de matrícula e inscrição são pagas anualmente no início do ano académico.

No ato de matrícula e inscrição é saldada obrigatoriamente 30% da totalidade da propina, acrescida da taxa de inscrição.

As propinas são pagas em várias prestações.

Em caso de desistência:
- não há lugar à devolução de pagamentos que já tenham sido feitos;
- quando a mesma for devidamente formalizada, o estudante só fica desobrigado do pagamento das prestações da propina que ainda não tenham vencido.

Propinas da FFULisboa – Estudantes Internacionais
Propinas da FFULisboa - Plano de Pagamento Alternativo

Informações

Núcleo de Planeamento e Gestão Académica da FFULisboa e-mail: academicos@ff.ulisboa.pt
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